Histórico

Serviço Social, como profissão liberal, surgiu no Brasil na década de 30, quando o Estado reconhece a questão social e necessita de profissionais para a intervenção nos chamados “problemas sociais”.

As primeiras Escolas de Serviço Social no Brasil foram:
SÃO PAULO – 1936
RIO DE JANEIRO – 1937
PARANÁ – 1944

A profissão tem suas origens na caridade social e na pobreza crescente da sociedade industrial do final do século XIX, com influência da Igreja.

Aqui no Pará, no dia vinte e nove de março de mil novecentos e sessenta e três, na sede da APAS (Associação Profissional de Assistentes Sociais), reuniu-se a categoria em Assembléia Geral Extraordinária para presidir e proceder as eleições do CRAS (Conselho Regional de Assistentes Sociais), que jurisdicionava o Estado do Amazonas, Pará e Amapá.

Com o advento da Lei 8.662 de 07 de junho de 1993, foi instituída nova denominação, ou seja, CRESS (Conselho Regional de Serviço Social) 1ª Região, sediado em Belém, e vinculado ao Conselho Federal de Serviço Social - CFESS, que anteriormente também era denominado por CFASS (Conselho Federal de Assistentes Sociais).

Desde então, a profissão tem passado por um redimensionamento do fazer profissional, procurando romper com o assistencialismo, caminhando para uma atuação em prol da cidadania e da democratização dos serviços sociais, marcado por novos paradigmas do conhecimento, assim como para uma nova direção política visualizada no Projeto Ético Político Profissional, principalmente devido as novas demandas impostas ao Serviço Social.

O movimento histórico-político da categoria dos assistentes sociais tem se deparado com realidades desafiadoras, a exigir o debate permanente de idéias com vistas a subsidiar a construção de propostas e estratégias coletivas de inserção e apoio às lutas sociais dos trabalhadores brasileiros.

A trajetória de avanços da profissão também é tributária da defesa intransigente que os assistentes sociais vêm fazendo da eqüidade, da justiça social, do pluralismo, da democratização das relações de poder e da defesa dos direitos humanos – esses entendidos como a expressão concreta (e não apenas formal) dos direitos civis, políticos e sociais.

A discussão entre os assistentes sociais desses temas é absolutamente necessário, pois significa contribuir para a sua capacitação em um exercício profissional comprometido com os princípios fundamentais que estão contidos no Código de Ética( Resolução CFESS 273/93). Realizá-los é, portanto tarefa de todos nós, dando visibilidade à sociedade de qual é a direção social que os assistentes sociais vêm procurando imprimir à sua profissão.

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